A r q u i t e t a P a u l a C a r v a l h o

"Ao exercer minha profissão de arquiteta, prometo orientar meu impulso criativo em direção à arte, transformando minha sensibilidade e bom senso em beleza, conforto e funcionalidade, lutando sempre pelo desenvolvimento e valorização da arquitetura brasileira e do design."

17 de set. de 2009

Forros de Gesso

O forro de gesso, além de decorar o ambiente, pode resolver os problemas de vigas aparentes e rebaixamentos de um modo geral. Suas características de resistência ao fogo, melhor isolamento termo-acústico, economia e rapidez na instalação, fazem com que o forro de gesso seja superior aos demais.
Com gesso reforçado com fibras naturais ( principalmente celulose) ou fibras de vidro, são produzidas placas com elevadas resistências mecânicas, para fins estruturais ou para vencer grandes vãos ( até 3 m).







Uso do gesso na arquitetura de interiores.
O uso do gesso na arquitetura de interiores poderá ter até duas funções, a decorativa com molduras, friso, sancas, juntas de dilatação, iluminação embutida, revestimentos de colunas, frentes de lareira, divisórias, além de perfis e bordas de janelas e portas e rebaixamento de teto, não apenas pela sua função estética, mas também, muitas vezes, pela necessidade de se esconder uma tubulação hidro sanitária aparente no teto.
Já existe no mercado opções de modelos prontos ou peças feitas sob encomenda para o espaço e no estilo solicitado. Neste caso, com moldes desenvolvidos especificamente, o preço também é diferenciado. E vale a pena saber também que o gesso, por sua maleabilidade, é material ideal para trabalhos meticulosos de restauração de peças antigas, além da facilidade de elaboração de projetos complexos, contendo curvas e outros detalhes específicos.
Cada projeto é unico, e varia de acordo com a personalidade de cada cliente.

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" O arquiteto, ordenando formas, realiza uma ordem que é pura criação de seu espírito; pelas formas, afeta intensamente nossos sentidos, provocando emoções plásticas; pelas relações que cria, desperta em nós ressonâncias profundas, nos dá a medida de uma ordem que sentimos acordar com a ordem do mundo, determina movimentos diversos de nossos espíritos e de nossos sentimentos; sentimos então a beleza." (Le Corbusier)